

Autor/Tradutor: James Robert Ballantyne (1813–1864)
Primeira edição: 1852
Editora: Presbyterian Mission Press, Mirzapore (Índia Britânica)
- Uma das primeiras traduções dos Yoga Sūtra para inglês.
- Produzida na própria Índia durante o período colonial britânico.
- Influenciou gerações iniciais de orientalistas e estudiosos do Yoga.
- Marco fundador dos estudos académicos modernos sobre o Yoga.
Publicada em 1852, The Yoga Aphorisms of Patanjali constitui uma das primeiras traduções integrais dos Yoga Sūtra para a língua inglesa e um dos marcos fundadores dos estudos ocidentais sobre o Yoga. A obra foi preparada por James Robert Ballantyne, orientalista escocês e diretor do Government Sanskrit College de Benares, que dedicou grande parte da sua carreira ao estudo e à tradução das principais escolas filosóficas da Índia.
Numa época em que o acesso aos textos sânscritos era ainda muito limitado fora do subcontinente indiano, Ballantyne procurou tornar acessível ao público anglófono uma das obras mais influentes da tradição do Yoga. A sua tradução foi acompanhada por notas explicativas e referências aos comentários tradicionais, refletindo o esforço pioneiro de compreender o Yoga não apenas como prática espiritual, mas também como sistema filosófico.
A importância histórica desta obra ultrapassa largamente o seu valor como tradução. Ela representa um dos primeiros momentos em que o Yoga começou a ser estudado de forma sistemática por académicos europeus, contribuindo para a formação do campo da Indologia e para a posterior divulgação internacional do pensamento indiano.
Embora traduções mais recentes beneficiem de avanços filológicos e de um conhecimento mais aprofundado das fontes sânscritas, o trabalho de Ballantyne continua a ser uma referência fundamental para compreender a receção inicial do Yoga no mundo académico ocidental.
Importância histórica: Muito elevada
Raridade: Muito rara em primeira edição
Valor colecionável: Elevado, sobretudo em exemplares completos e em bom estado de conservação.
